O MEU MAU FEITIO
16.2.12
les mots qui riment...
tive um jantar de «desnamorados» com o mais variado conjunto de elementos, na mais descontraída ausência de romantismo, na mais divertida assunção da ausência de pares. ao meu lado estava a «miúda» que escreve cartas de amor desde que começou a namorar e à minha frente o rapaz que aparece nu na capa da super interessante deste mês (servem estas duas referências para que se comprove a variedade dos elementos do conjunto...). perguntaram-me o que era estar apaixonada...
… é a sensação de ser demais sem nunca ser demais. são as horas transformadas em segundos e o mundo todo por rever como se nunca tivesse sido visto. é o vazio da saudade quando ainda não nos separámos e a lua cheia na barriga quando ainda estás a caminho. é o nó na garganta de todas as palavras loucas sentidas sem tempo para dizê-las porque te perdes na boca que não queres perder. é o olhar que não esconde o que sentes e vês nas pálpebras enquanto te desfazes num abraço. é a vontade de viver só para sentir a felicidade como um arrepio constante na pele e a vontade de morrer na certeza de teres sido feliz…
(e escusam de me vir com ai ai ais porque palavras são palavras e dizê-las hoje é só dizê-las hoje... :))
… é a sensação de ser demais sem nunca ser demais. são as horas transformadas em segundos e o mundo todo por rever como se nunca tivesse sido visto. é o vazio da saudade quando ainda não nos separámos e a lua cheia na barriga quando ainda estás a caminho. é o nó na garganta de todas as palavras loucas sentidas sem tempo para dizê-las porque te perdes na boca que não queres perder. é o olhar que não esconde o que sentes e vês nas pálpebras enquanto te desfazes num abraço. é a vontade de viver só para sentir a felicidade como um arrepio constante na pele e a vontade de morrer na certeza de teres sido feliz…
(e escusam de me vir com ai ai ais porque palavras são palavras e dizê-las hoje é só dizê-las hoje... :))
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